
Procuro um poema novo,
daqueles que nunca escrevi,
cruzada, demanda
por que não se escreve
quando se é feliz,
apenas se vive
e isso basta,
procuro
percorro
ofegante
caço
ou sou caçado,
desligo a corrente em mim
e deixo fluir
o poema que nunca escrevi
agora que sou feliz
e abraço o teu corpo
mesmo quando aqui não estás...
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